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Projeto muda rodoviária da Barra Funda para a Lapa em São Paulo

Mudar a rodoviária da Barra Funda para a Lapa, melhorar a paisagem nas áreas próximas ao parque da Independência e transferir empresas da Mooca para a região da avenida Jacu-Pêssego.

Essas são algumas das propostas incluídas pela prefeitura no projeto de implantação de três novas operações urbanas na cidade de São Paulo. O documento com as diretrizes da prefeitura para as operações Urbanas Lapa-Brás, Mooca-Vila Carioca e Rio Verde-Jacu foi divulgado ontem pela prefeitura.

André Porto/Folhapress
Projeto da prefeitura prevê mudança da rodoviária da Barra Funda para a região da Lapa, em São Paulo
Projeto da prefeitura prevê mudança da rodoviária da Barra Funda para a região da Lapa, em São Paulo

Entre as diretrizes está a derrubada do Elevado Costa e Silva, conhecido como Minhocão, anunciada pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) em maio deste ano, quando foi apresentada a ideia de criar três operações urbanas.

Para viabilizar a demolição do Minhocão será construído um túnel de 12 km por onde passará a linha férrea entre as estações Lapa (zona oeste) e Brás (zona leste). No lugar da ferrovia será construída uma nova avenida, larga, arborizada, com ciclovias e áreas de lazer, que servirá de alternativa viária ao Minhocão.

Como a linha do trem será “enterrada”, no lugar da rodoviária da Barra Funda poderia ficar apenas uma estação de trem e/ou metrô. A nova rodoviária seria subterrânea, construída no atual pátio de trens da Lapa.

Com a demolição da rodoviária da Barra Funda seria feito um parque linear entre o Memorial da América Latina e a marginal Tietê.

Na zona leste, a ideia é transformar o pátio do Pari, onde é realizada a “feirinha da madrugada”, em um terminal urbano de ônibus, que poderia substituir o terminal do Parque Dom Pedro, que também será reformado.

Na Mooca, a proposta é construir mais moradias na região hoje ocupada por galpões industriais. As empresas que ainda estão instaladas ali receberão incentivos para se transferir para o extremo leste, onde a ideia é levar mais empresas para uma área já bastante habitada.

A maioria das obras será bancada com a venda de títulos imobiliários que permitem às empreiteiras construir acima dos limites mínimos nas áreas mais valorizadas das operações urbanas.

EVANDRO SPINELLI
DE SÃO PAULO – Folha de São Paulo

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